Maputo, Moçambique • segunda-feira, 2 de novembro de 2026
FOLHA DE MANICA
Informação em Tempo Real para Moçambique • folhademanica.com
ESPAÇO PUBLICITÁRIO (728x90) Banner de Cabeçalho / AdSense / MGID / Publicidade Institucional

Governo e sector privado alinham estratégias para impulsionar investimento e crescimento económico

A Ministra das Finanças e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique debateram em Maputo reformas fiscais e medidas para dinamizar a economia nacional.
BANNER DE PUBLICIDADE (TOPO DO ARTIGO)
AdSense / MGID / Anúncio Institucional

O Governo Moçambicano reafirmou o seu compromisso com o fortalecimento da parceria com o sector empresarial, através da implementação de reformas orientadas para a melhoria do ambiente de negócios e atracção de investimentos. A posição foi detalhada pela Ministra das Finanças, Carla Louveira, em Maputo, durante um encontro de trabalho com empresários e instituições financeiras para avaliar as políticas económicas em curso no país.

Durante a sua intervenção, a governante sublinhou que a consolidação de uma relação de confiança entre o Estado e a iniciativa privada é fundamental para assegurar a sustentabilidade das contas públicas e a vitalidade do tecido produtivo nacional. Siga nos no WHATSAPP.

No panorama macroeconómico, destacou-se o crescimento de 1,7% registado no segundo trimestre de 2026, acompanhado pela desaceleração da inflação para cerca de 6% entre Agosto e Setembro. Relativamente aos recursos extractivos, as receitas dos projectos de petróleo e gás natural somaram 334,35 milhões de dólares norte-americanos, dos quais 257,61 milhões deram entrada no Orçamento do Estado e 152,6 milhões foram alocados ao Fundo Soberano até ao final do terceiro trimestre.

O pacote de reformas para o sector privado inclui a estruturação do Banco de Desenvolvimento de Moçambique, o lançamento da Central de Aquisições do Estado e a elaboração da Estratégia de Reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado para injectar liquidez às empresas. Estas acções integram a recém-aprovada Estratégia de Gestão de Finanças Públicas 2026-2035.

Por seu turno, o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, expôs as dificuldades enfrentadas pelos operadores, com ênfase nos elevados custos de financiamento, na pressão fiscal e nos atrasos de pagamento por parte do Estado. O líder empresarial lembrou que as micro, pequenas e médias empresas representam mais de 97% do tecido empresarial moçambicano.

A agremiação empresarial defendeu uma urgente reforma tributária e a criação de mecanismos céleres para a liquidação de dívidas públicas. Adicionalmente, a CTA propôs a introdução da Declaração de Quitação Empresarial nos concursos públicos para reforçar a transparência e incentivar o desenvolvimento do conteúdo local na economia.

BANNER DE PUBLICIDADE (FIM DO ARTIGO)
Folha de Manica - folhademanica.com
Gostou da notícia? Partilhe com os seus amigos: WhatsApp Facebook
admin

Redação: admin

Jornalista e redator no portal Folha de Manica (folhademanica.com), cobrindo as principais atualidades de Moçambique e do mundo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *