A Disforia Sensível à Rejeição (DSR), caracterizada por uma reação emocional intensa e desproporcional perante críticas, rejeição ou perceção de fracasso, tem mobilizado atenções no meio laboral — tema acompanhado com detalhe pelo Folha de Manica no WhatsApp —, devido ao seu forte impacto na produtividade e na saúde dos trabalhadores.
Especialistas em saúde psicológica destacam que a transparência na comunicação com a equipa de trabalho é um passo crucial para mitigar os efeitos desta condição. Explicar a natureza da DSR aos colegas e gestores ajuda a estabelecer um clima de empatia e evita que condutas justificadas por momentos de tensão sejam mal interpretadas no quotidiano corporativo.
Estruturar um plano de ação para momentos de crise é igualmente recomendado. Afastar-se temporariamente do ambiente de trabalho para analisar os factos com calma, distinguindo os acontecimentos reais das interpretações pessoais, previne reações impulsivas e sentimentos subsequentes de remorso.
Evitar assumir a existência de conflitos sem uma comunicação explícita e direta por parte dos superiores é outro aspeto vital. Fortalecer a autoestima profissional e manter o foco nas competências demonstradas ajuda a preservar a saúde mental, sendo aconselhável procurar contextos organizacionais mais inclusivos caso o espaço atual não ofereça o suporte necessário.