O novo Governador do Banco de Moçambique, Felisberto Navalha, garantiu que a instituição continuará a combater a familiaridade excessiva e a prática de contratações por via de parentesco na massa laboral da entidade.
A orientação segue a linha de reformas introduzida pelo anterior líder do banco central, Rogério Zandamela. Entre as disposições em curso, destaca-se a proibição explícita da contratação de membros da família em primeiro e segundo graus de todos os gestores da instituição. Felisberto Navalha frisou que a norma permanece em vigor e que o actual elenco directivo não hesitará em introduzir aperfeiçoamentos caso se justifique.
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O cenário de nepotismo no regulador bancário foi formalmente exposto a 16 de Dezembro de 2019, durante a apresentação do balanço económico em Maputo. Naquela data, a liderança da altura estabeleceu normas a travar o acesso de parentes até ao quinto grau de figuras com cargos a partir do escalão de director, visando reforçar a transparência institucional.
A directriz visa preservar a promoção interna transparente para lugares de gestão e a realização de concursos públicos isentos para áreas técnicas, garantindo o mérito como critério de ingresso na autoridade monetária.