As nações insulares das Maurícias e de Seicheles posicionaram-se no topo do continente africano no recente relatório do Índice de Liberdade, que avaliou 171 países com base em indicadores económicos, políticos e jurídicos para medir o nível de autonomia e oportunidades dos cidadãos.
O levantamento destaca que o conceito de liberdade abrange a protecção de direitos pelos tribunais, a facilidade de negócios e a margem de escolha pessoal e financeira dos indivíduos. Siga-nos no WHATSAPP.
Na primeira posição africana surgem as Maurícias, em 33.º lugar global com 81,1 pontos, impulsionadas pela diversificação económica nos sectores financeiro, turístico e tecnológico. Logo em seguida, as Seicheles garantem o segundo lugar no continente, somando 80 pontos suportados pelo forte desempenho do turismo e das pescas.
O arquipélago de Cabo Verde ocupa a terceira posição em África com 76,4 pontos, classificado na categoria de elevada liberdade devido ao dinamismo dos serviços e do turismo. Na quarta e quinta posições figuram o Botsuana, com 73 pontos impulsionados pela exploração sustentada de minerais, e o Gana, com 71,8 pontos ancorados na produção agrícola e de recursos naturais.
O quadro dos dez mais bem posicionados completa-se com São Tomé e Príncipe na sexta posição com 71,4 pontos, a África do Sul com 70,3 pontos na sétima colocação, a Gâmbia com 70 pontos em oitavo, a Namíbia com 69,7 pontos em nono e o Senegal a fechar a lista com 69,1 pontos, reflectindo diferentes graus de consolidação das suas instituições políticas e jurídicas.