O Executivo moçambicano reconheceu formalmente, numa reunião de trabalho com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a persistência de severas restrições de liquidez na Tesouraria do Estado, um cenário financeiro delicado que condiciona a execução orçamental e a regularização dos compromissos decorrentes da dívida pública do País.
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Durante as conversações com a delegação da instituição financeira internacional, as autoridades nacionais detalharam que as pressões de caixa continuam a impactar a capacidade de cumprimento célere das obrigações financeiras do Estado. Esta crise de liquidez afeta de forma direta a gestão orçamental e a sustentabilidade das contas públicas a curto e médio prazo.
A conjuntura exige a implementação de medidas de contenção de custos e consolidação fiscal, numa altura em que o Governo procura manter a estabilidade macroeconómica perante as exigências do mercado e os compromissos assumidos.